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Teste do Receptivo

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Antes de expor uma mudança de prompt, de base de conhecimento ou de ferramenta a um cliente de verdade, você precisa de um jeito de conversar com seu agente sozinho. É pra isso que serve esta tela: um chat onde você escreve como se fosse o cliente e recebe de volta a resposta que o Receptivo daria de fato, com a configuração que está valendo agora.

Contato real: o controle de segurança desta tela

Um interruptor chamado Contato real decide se o teste roda contra um contato isolado ou contra um contato de verdade do seu CRM. Por padrão ele vem desligado. É assim que a maioria dos testes deve ficar: nenhum efeito colateral do teste chega perto de um contato real.

O que essa conversa usa

O teste roda contra a configuração real e atual da empresa: o prompt que está publicado, a base de conhecimento, as ferramentas ligadas para o Receptivo. Não é um ambiente separado com dados de exemplo: é o mesmo comportamento que um cliente receberia.

O que testar antes de qualquer mudança valer para clientes reais

  1. Confira se Contato real está no estado que você quer (desligado, na maioria dos casos) antes de começar.
  2. Escreva a primeira mensagem como o cliente escreveria, sem contexto extra que ele não daria.
  3. Siga a conversa por alguns turnos, incluindo uma pergunta fora do óbvio, pra ver onde o Receptivo escala ou admite que não sabe.
  4. Abra Logs pra conferir o que aconteceu por trás da resposta: se a base de conhecimento foi consultada, se a agenda foi checada, se a oportunidade foi movida.
  5. Repita para mais de um cenário: um lead novo e um cliente que já tem histórico se comportam diferente.

Teste também o que seu agente não deve fazer. Peça algo que você definiu como fora do que ele resolve sozinho, uma exceção que só um humano decide, por exemplo, e confira se ele para e escala em vez de inventar uma resposta. Um agente que só passa nas perguntas óbvias não provou nada.

Uma resposta certa pode esconder uma ação errada

O texto da resposta pode estar ótimo e, ainda assim, o Receptivo ter chamado a ferramenta errada por trás, ou não ter chamado nenhuma quando devia. Logs existe exatamente pra essa checagem: é onde você vê quais ferramentas seu agente usou pra chegar naquela resposta, não só o que ele escreveu. É essa camada que separa "o texto ficou bom" de "o agente fez o que devia fazer".

Simular follow-up sem esperar a cadência real

Depois de uma conversa de teste, um controle chamado Simular follow-up deixa você exercitar a cadência de reengajamento do Follow-up a partir da mesma tela. Você não precisa esperar os intervalos reais entre toques acontecerem de verdade. É útil pra validar rápido como a configuração de Follow-up reage ao tipo de conversa que você acabou de simular.

O chat de teste do Receptivo, com os chips de delay, contato real desligado, simular follow-up e modo rápido, perguntas de exemplo clicáveis, o painel de logs do agente vazio, e o campo de mensagem com anexo, emoji e microfone
O chat de teste do Receptivo, com os chips de delay, contato real desligado, simular follow-up e modo rápido, perguntas de exemplo clicáveis, o painel de logs do agente vazio, e o campo de mensagem com anexo, emoji e microfone

O que este teste não substitui

Esta tela testa a lógica de conversa: o que o Receptivo decide e escreve. Ela não passa pelo envio real de WhatsApp nem pelas regras de template fora da janela de resposta livre. Para validar isso (inclusive um envio real, em produção, sem expor o bot a clientes), use o Teste de Go Live.

Atualizado em 2026-08-29